O deputado federal Hélio Lopes (PL-RL), aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), acompanhou o momento em que ele foi levado pela Polícia Federal (PF).
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Hélio relatou que estava na frente do condomínio de Bolsonaro para orar, como faz todos os dias, quando viu o comboio da PF.
— Eu fico do lado de fora do condomínio, no estacionamento. À noite, de madrugada. Hoje eu cheguei 5h e pouco quando passaram. Tinha muito carro — relatou.
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O deputado seguiu para a Superintendência da PF, onde Bolsonaro está detido preventivamente.
Prisão domiciliar
Bolsonaro está em prisão domiciliar desde agosto, medida relacionada a uma investigação sobre a atuação de seu filho Eduardo Bolsonaro para coagir a Justiça por meio da articulação de sanções pelo governo de Donald Trump contra a economia brasileira e contra autoridades do Supremo Tribunal Federal e do governo federal. Eduardo foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e virou réu no STF.
Veja imagens da repercussão da condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro

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Estudantes exibem um boneco inflável gigante retratando o ex-presidente do Brasil Jair Bolsonaro vestido como prisioneiro, um dia após o Supremo Tribunal Federal tê-lo condenado a 27 anos de prisão por conspiração golpista — Foto: Pablo Porciúncula/AFP

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Apoiadores do ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro rezam em frente ao seu condomínio em Brasília, em 11 de setembro de 2025. — Foto: Pablo Porciúncula/AFP

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Pessoas no bar comemorando a decisão do Supremo Tribunal Federal sobre o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro em Brasília, em 11 de setembro de 2025 — Foto: Evaristo Sá/AFP

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Apoiadores do ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro rezam em frente ao seu condomínio em Brasília, em 11 de setembro de 2025. — Foto: Pablo Porciúncula/AFP

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Pessoas comemoram a decisão do Supremo Tribunal Federal sobre o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no bairro de Santa Teresa, no Rio de Janeiro, Brasil, em 11 de setembro de 2025 — Foto: Mauro Pimentel/AFP

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Apoiadores do ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro rezam em frente ao seu condomínio em Brasília, em 11 de setembro de 2025. — Foto: Pablo Porciúncula/AFP

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Pessoas comemoram a decisão do Supremo Tribunal Federal sobre o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no bairro de Santa Teresa, no Rio de Janeiro, Brasil, em 11 de setembro de 2025 — Foto: Mauro Pimentel/AFP

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Apoiadores do ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro rezam em frente ao seu condomínio em Brasília, em 11 de setembro de 2025. — Foto: Pablo Porciúncula/AFP

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Pessoas no bar comemorando a decisão do Supremo Tribunal Federal sobre o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro em Brasília, em 11 de setembro de 2025 — Foto: Evaristo Sá/AFP

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Apoiadores do ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro rezam em frente ao seu condomínio em Brasília, em 11 de setembro de 2025. — Foto: Pablo Porciúncula/AFP

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Pessoas no bar comemorando a decisão do Supremo Tribunal Federal sobre o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro em Brasília, em 11 de setembro de 2025 — Foto: Evaristo Sá/AFP

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Uma apoiadora do ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro reza com uma bandeira de Israel e um travesseiro com a imagem de Bolsonaro, em frente ao condomínio dele em Brasília, em 11 de setembro de 2025 — Foto: Pablo Porciúncula/AFP

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Pessoas comemoram a decisão do Supremo Tribunal Federal sobre o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro em Brasília, em 11 de setembro de 2025 — Foto: Evaristo Sá/AFP
A prisão domiciliar foi decretada após o descumprimento das medidas cautelares determinadas pela Corte no curso daquele processo, além da alegação, pela Polícia Federal, de risco de fuga.
Inicialmente, em julho, Alexandre de Moraes determinou que Bolsonaro deveria usar tornozeleira eletrônico e estava proibido de usar redes sociais e de sair de casa de noite e nos fins de semana. O ex-presidente também ficou impedido de conversar com Eduardo.
Pouco mais de duas semanas depois, o ministro determinou a prisão domiciliar, alegando que Bolsonaro "ignorou e desrespeitou" as obrigações impostas. A decisão ocorreu após o ex-presidente participar, por telefone, de duas manifestações em apoio à anistia para os envolvidos nos atos golpistas do 8 de janeiro. Registros dessas participações foram publicados por seus filhos em redes sociais, o que, para Moraes, foi uma tentativa de burlar a proibição de uso das plataformas.