Pablo Marçal, candidato à Presidência pelo PRTB, apresentou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a correção de sua declaração de bens, inicialmente no valor de R$ 7,4 bilhões. O valor correto do patrimônio é de R$ 149,9 milhões — montante R$ 20 milhões inferior ao declarado na disputa pela Prefeitura de São Paulo em 2024, quando registrou R$ 169,5 milhões.
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O erro ocorreu no registro de um Certificado de Depósito Bancário (CDB): a aplicação de R$ 6,7 milhões foi cadastrada por engano como R$ 6,7 bilhões, inflando a soma total para o valor bilionário que consta na primeira declaração feita pelo candidato.
Embora a retificação já conste nos documentos encaminhados pela defesa ao tribunal, o sistema do TSE ainda exibe os números incorretos.
Segundo a nova declaração, a maior parte do patrimônio de Marçal é composta por participações societárias em holdings: 80% das cotas da Aviation (maior fatia de seu patrimônio, avaliada em R$ 80 milhões), 50% de participação na Marçal Holding e 75% das cotas da CJ1 AIR.
Apesar do registro do pedido, a candidatura de Marçal ao Planalto pode ser indeferida. O empresário foi condenado por irregularidades na campanha municipal de São Paulo e está inelegível por oito anos.
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